Insólito em Nampula: Mulher transforma-se em cobra por roubar dinheiro do seu marido

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UMa mulher transformou-se em cobra depois de roubar dinheiro do seu marido
Imagem ilustrativa

Nampula (IKWELI) – Uma mulher de 36 anos de idade, no bairro de Natikiri, no norte de Moçambique, transformou-se em cobra, aparentemente, por ter subtraído da carteira do seu marido 2.000,00Mt (dois mil meticais) na noite da última sexta-feira (10).

O caso estranho está a dominar as conversas de café e de equina na cidade de Nampula, e o marido da “mulher – cobra” encontra-se foragido.

Segundo contaram ao Ikweli fontes próximas do evento, na manha deste sábado (11), quando a senhora foi ao rio Muepelume lavar roupa em companhia com outras mulheres começou-se a notar uma transformação do seu corpo, facto que fez com as companheiras fugissem do local e solicitassem a intervenção das autoridades tradicionais locais.

Carlos Simão, um dos residentes de Muthita, disse ao Ikweli que apercebendo-se da situação, pela agitação popular, dirigiu-se ao local, onde encontrou a “mulher – cobra” a seguir o leito do rio.

“Senhor jornalista, esta situação é de lamentar”, disse Simão, para depois apontar que “essas nossas mulheres de hoje gostam muito de dinheiro e isto que estamos a ver hoje é uma das consequências”.

A senhora Sandra Ali contou, também, que a mulher após transformar-se em cobra fixou-se numa ponte sobre o mesmo rio, onde várias pessoas acorreram para verem o acontecimento insólito.

O líder comunitário local, Miguel Rui, avançou a nossa reportagem que quando chegou ao sítio, a mulher ainda era metade pessoa e metade cobra.

“De seguida liguei para os meus superiores para lhes por a par da ocorrência”, disse o régulo Rui, para depois contar que “a mulher já estava a seguir o rio para a zona onde tem uma barragem com muita água. Até mesmo eu que sou líder não sei o que fazer, porque já tentamos procurar o tal marido junto com a família, e ele já não existe, e nem se quer o telefone dele chama”.

Os vizinhos do casal viram-se obrigados a abandonarem as suas casas, com o medo de a “mulher – cobra” fazer-lhes algum mal. (Celestino Manuel)