Bin Bique não resistiu visita da “mãe natureza”

0
59

Nampula (IKWELI) – Parte das instalações da Universidade Mussa Bin Bique (UMB) ficaram destruídas pela fúria de um vendaval que se fez sentir na tarde da última segunda-feira (12), em quase todos os bairros da cidade de Nampula, no norte de Moçambique.

Concretamente, aquele evento natural destruiu parcial e totalmente os tectos e o telhado de dois blocos, nomeadamente o bloco da Faculdade de Ciências Agrárias com um total de quatro salas de aulas, assim como o bloco onde funciona a sala de informática e do laboratório daquele estabelecimento de ensino superior.

“Como estão a verificar, fomos afectados por um vendaval”, confirmou Mussena Abdala Amade, vice-Reitor daquela universidade, para quem “não cruzamos os braços, por isso achamos conveniente chamarmos as pessoas especializadas logo pela manhã para fazer o levantamento e ver o que podemos fazer no passo a seguir. Estamos, também, a fazer o levantamento para apurar aquilo que é o custo dos danos provocados pelo vendaval”.

De acordo com a fonte, o incidente não causou danos humanos, porque “até a altura que aconteceu o vendaval os estudantes não estavam aqui visto que nós trabalhamos em dias alternados, salvo erro, naqueles casos em que por uma e outra razão como a preparação, o estudante ache oportuno em estar aqui nas instalações da universidade, mas ninguém sofreu”.

Apesar da destruição daqueles blocos, Mussena Abdala Amade garantiu, em exclusivo ao Ikweli, que “as aulas não vão ficar paralisadas porque, como sabem, nós temos uma média de cinco blocos, agora só é um bloco afectado com quatro salas. Então temos outras salas e estamos a trabalhar com estudantes do quarto ano e, o número ainda é suficiente para trabalharmos com os blocos não afectados”.

Fazendo o balanço preliminar dos primeiros dias da retoma das aulas presenciais Mussena Abdala referiu que “as aulas estão a decorrer bem, até então, não sabemos o amanhã, mas até então as aulas estão a decorrer num ritmo normal como estamos a trabalhar com o quarto ano, que é aquilo que foi a orientação do ministério de ensino superior que na primeira fase só devíamos trabalhar com os estudantes finalistas”. (Costantino Henriques)

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here